Hoje é mais um daqueles dias, que vai acabar como qualquer outro.
Hoje é mais um daqueles dias, que você vai usar para fingir que eu nunca existi.
Hoje é mais um daqueles dias, que pessoas comuns vão acordar cedo e seguirem suas vidas.
Hoje podia ser um dia especial, mas não será, ele será como qualquer um dos outros, e que não importa o que eu faça, ao fim do dia, quando eu repousar a cabeça no travesseiro, aquelas mesmas lágrimas de todos os dias, vão jorrar dos meus olhos, e umedecer todo o travesseiro. E eu não sei o porque.
Mas hoje, diferente dos outros dias, eu não consigo respirar direito, algo parece prender meus pulmões e me faz saltar longas lágrimas, molhando toda minha face. A cada palavra que aqui voz escrevo são como gritos internos, a ausência de voz me faz suspirar, e até sufocar de tantas coisas que tive de engolir ao longo desses anos.
É difícil por para fora tudo o que penso, e ainda mais difícil fazer com que alguém além de mim mesma me entenda. Não importa quantas vezes eu fale a mesma coisa, no fim das contas você nunca vai conseguir entender toda a confusão que passa na minha cabeça, todo o aperto que sinto no peito.. Eu teria de dedicar anos da minha vida para numerar cada lágrima que escorreu em silêncio ao longo dos últimos anos, pesares que nunca vão me deixar em paz, segredos que já não são mais segredos.
Eu ainda tento confiar nas pessoas, sim eu tento. Mas não adianta, meus dias sempre vão acabar como um daqueles dias, em que eu estarei sozinha no meu quarto perdida em meus pensamentos, e ser obrigada a dizer que estou bem. Porque verdadeiramente ninguém se importa com o que faço ou deixo de fazer, com o que penso, ou deixo de pensar, com o que sinto, e o que me dói.
No fim das contas eu aprendi, que não importa o que eu escolha as pessoas nunca vão entender, e sempre jogará toda a culpa em cima de mim, não importa o que eu faça, no fim das contas o dia vai acabar como qualquer outro dia.
Hoje é mais um daqueles dias, que você vai usar para fingir que eu nunca existi.
Hoje é mais um daqueles dias, que pessoas comuns vão acordar cedo e seguirem suas vidas.
Hoje podia ser um dia especial, mas não será, ele será como qualquer um dos outros, e que não importa o que eu faça, ao fim do dia, quando eu repousar a cabeça no travesseiro, aquelas mesmas lágrimas de todos os dias, vão jorrar dos meus olhos, e umedecer todo o travesseiro. E eu não sei o porque.
Mas hoje, diferente dos outros dias, eu não consigo respirar direito, algo parece prender meus pulmões e me faz saltar longas lágrimas, molhando toda minha face. A cada palavra que aqui voz escrevo são como gritos internos, a ausência de voz me faz suspirar, e até sufocar de tantas coisas que tive de engolir ao longo desses anos.
É difícil por para fora tudo o que penso, e ainda mais difícil fazer com que alguém além de mim mesma me entenda. Não importa quantas vezes eu fale a mesma coisa, no fim das contas você nunca vai conseguir entender toda a confusão que passa na minha cabeça, todo o aperto que sinto no peito.. Eu teria de dedicar anos da minha vida para numerar cada lágrima que escorreu em silêncio ao longo dos últimos anos, pesares que nunca vão me deixar em paz, segredos que já não são mais segredos.
Eu ainda tento confiar nas pessoas, sim eu tento. Mas não adianta, meus dias sempre vão acabar como um daqueles dias, em que eu estarei sozinha no meu quarto perdida em meus pensamentos, e ser obrigada a dizer que estou bem. Porque verdadeiramente ninguém se importa com o que faço ou deixo de fazer, com o que penso, ou deixo de pensar, com o que sinto, e o que me dói.
No fim das contas eu aprendi, que não importa o que eu escolha as pessoas nunca vão entender, e sempre jogará toda a culpa em cima de mim, não importa o que eu faça, no fim das contas o dia vai acabar como qualquer outro dia.
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