Passei esses dias pensando em tudo, e em nada, em todos os meus desejos, e em todos os meus anseios. Pensei no que podia ter "medo", mas nada me veio.
Cheguei ao ápice da loucura tendo pensamentos turvos e com isso a criatividade aos poucos foi voltando a seu auge, agora qualquer coisa parece sem limites, é como se eu soubesse exatamente como fazer qualquer coisa, qualquer molde, qualquer esboço.
Tenho sentido aos poucos as rédeas da minha vida, é triste, mas é real.
Eu sinceramente, demoro muito tempo para me desligar de algo, ou de alguém ou de algum sentimento, tento não pensar nisso para não afundar mais uma vez nos vales obscuros da minha mente, onde os sentimentos mais pútridos vivem.
Ultimamente tenho me sentido numa grande roda gigante sentimental, onde a subida é lenta e super excitante e animada, ai chega ao seu auge, e dá uma leve estagnada. Balança de um lado para o outro como uma sinfonia antiga, e do nada despenca em uma velocidade incrível. Enquanto despenca vem os pensamentos de o quão inútil eu sou, e o quão desagradável eu sou com os demais ao meu redor, e eu começo a interiorizar todas as críticas ruins que faço a mim mesma, como se pregasse vários pregos no meu peito, o que me faz me sentir uma pessoa frágil, e inferior, ai eu afasto as pessoas de mim, e quando isso "passa" eu me arrependo. E depois não me arrependo mais, e assim por diante, em novos ciclos de paranoias sentimentais.
Se eu tivesse de escolher uma palavra para definir exatamente o que eu sinto seria "Confusão".
Me sinto confusa sobre como estou, para onde vou e como devo começar a fazer alguma coisa, embora as ideias borbulhem na minha cabeça, não consigo tirar nada do espaço mental para trazer ao mundo real de forma tangível.
Uma coisa eu sei, ver pessoas me deixa deprimida.
Mas me isolar do mundo não é opção também.
Cheguei ao ápice da loucura tendo pensamentos turvos e com isso a criatividade aos poucos foi voltando a seu auge, agora qualquer coisa parece sem limites, é como se eu soubesse exatamente como fazer qualquer coisa, qualquer molde, qualquer esboço.
Tenho sentido aos poucos as rédeas da minha vida, é triste, mas é real.
Eu sinceramente, demoro muito tempo para me desligar de algo, ou de alguém ou de algum sentimento, tento não pensar nisso para não afundar mais uma vez nos vales obscuros da minha mente, onde os sentimentos mais pútridos vivem.
Ultimamente tenho me sentido numa grande roda gigante sentimental, onde a subida é lenta e super excitante e animada, ai chega ao seu auge, e dá uma leve estagnada. Balança de um lado para o outro como uma sinfonia antiga, e do nada despenca em uma velocidade incrível. Enquanto despenca vem os pensamentos de o quão inútil eu sou, e o quão desagradável eu sou com os demais ao meu redor, e eu começo a interiorizar todas as críticas ruins que faço a mim mesma, como se pregasse vários pregos no meu peito, o que me faz me sentir uma pessoa frágil, e inferior, ai eu afasto as pessoas de mim, e quando isso "passa" eu me arrependo. E depois não me arrependo mais, e assim por diante, em novos ciclos de paranoias sentimentais.
Se eu tivesse de escolher uma palavra para definir exatamente o que eu sinto seria "Confusão".
Me sinto confusa sobre como estou, para onde vou e como devo começar a fazer alguma coisa, embora as ideias borbulhem na minha cabeça, não consigo tirar nada do espaço mental para trazer ao mundo real de forma tangível.
Uma coisa eu sei, ver pessoas me deixa deprimida.
Mas me isolar do mundo não é opção também.
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